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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

VELHA AMIGA



A vida tem um ciclo em comum a todos os humanos, raramente ela é estática, cedo ou tarde haverá reviravoltas. A minha não poderia ser diferente, daria um bom livro porque por algum motivo sempre escolho o caminho mais difícil. Ah! E não acredito em destino. Ultimamente tenho passado por períodos de intensa transformação e quando parecia que eu estava começando a aprender as coisas da vida, ela vem e me trás mais uma lição a ser aprendida. 

Depois de aprender a ter paciência, ser mãe, esposa e dona de casa, o futuro está cheio de promessas, a nova missão é cuidar de uma pessoa que requer cuidados especiais e sofre de esquizofrenia. 

Ao primeiro impacto tive dúvidas se seria capaz, depois pensei em tantas histórias de pessoas que fizeram muito mais do que isso e são felizes, não encaram desafios como fardos, mas sim como escadas para evolução espiritual e realização pessoal.    

A sociedade impõe um ciclo ridículo do que deveria ser um ciclo normal e o que deveria ser um clico anormal, entendo que essa imposição em parte é baseado nas frustrações de nossos pais que idealizam a situação ideal de sucesso para os filhos e a outra parte idealizada pelo marketing e pelo consumismo, Já falei sobre esse lance de idealização do sucesso em Sonhos e a inveja reversa

Baseada na definição usual, minha vida está no ciclo 'anormal'. Ok, mas eu não penso assim. Na minha opinião as definições deveriam ser invertidas, visto que o 'anormal' é mais encontrado que o 'normal' e quem está no normal por algum motivo tenta entrar no 'anormal' justificando que o 'normal' é muito chato.  Tem pessoas que entram em depressão por causa do 'normal' e ficam felizes no 'anormal'. 

Considerando a teoria acima (Tendeu? Não? Foda-se.) se iludir com a normalidade dos acontecimentos, não te faz uma pessoa melhor, te faz apenas mais uma pessoa. Encarar as adversidades faz de você um super-herói e o que me comoveu foi pensar que neste exato momento existem milhões de super-heróis lutando diariamente e não são reconhecidos como deveriam. 

Com todas essa conectividade temos acesso as emoções de pessoas que estão próximas ou não, conhecidos e desconhecidos, mas quando nos deparamos com fatos 'anormais' a primeira reação é pensar em como essa pessoa está sofrendo e como ela deve ser infeliz e ficarmos felizes por existir alguém mais 'infeliz' do que nós. Mediocridade. 

São infinitas as histórias de experiências e superações que existem no mundo, não deveria ser interpretado como fracasso ou sofrimento e sim como sucesso, acredito que se houvesse essa mudança de valores, seria mais fácil lidar com a real proposta da vida que é o aprendizado. E o sofrimento deixaria de ser relacionado ao aprendizado e dessa forma passaríamos a ter a satisfação em aprender. Sempre que matuto sobre isso me lembro de uma música. 


Velha Amiga

Você tem que olhar a estrada
Com uma cara cansada
Como uma velha amiga
Que você já não agüenta mais

Estou aqui de passagem
A vida é uma mala pronta pra viagem
Minha cabeça é minha bagagem
E a estrada é uma velha amiga

Com quem você pode contar velha amiga?

terça-feira, 18 de novembro de 2014

NO PAIN, NO GAIN É O CARALHO!


O stress chegou ao ponto de mesmo eu estando de férias continuava com aquela sensação amarga e nervosa, com dores por todo o corpo e um mau humor do capeta. Qualquer coisa era o suficiente para me irritar e assim todo mundo sofria com minha agressividade.  A vontade de matar alguém não passou enquanto eu saboreava lentamente meu livro das Cronicas de Fogo e Gelo, na verdade a cada página a sede por sangue aumentava.

Foi então que mesmo sem dinheiro sobrando, nunca sobra não é mesmo? Procurei uma academia decente para malhar com preço acessível. E não é que encontrei? Bem perto de casa, barata, muitos aparelhos, todos novos. Abre as 05:30 da manhã e tem instrutor um batendo no outro. Muitas pessoas me disseram que o ruim dessa academia seria a quantidade de pessoas, mas como poucos se habilitam acordar tão cedo dei sorte e meu horário é normal. Mas Tate, que lindo! Quase. Sempre existe um problema. Na verdade uma falha de comunicação.

Os instrutores deveriam observar melhor todos os alunos, porque cada pessoa tem suas particularidades. Eu por exemplo, malho para gastar energia e não matar pessoas, se emagrecer e ficar com corpo bonito, legal, se isso não acontecer está bom também. Malhando com certeza não vou ficar obesa e estarei saudável, o que é suficiente. Porém, como é difícil as pessoas entenderem! Eis que vem o instrutor seboso gritando no seu ouvido ordens, como se estivesse em um treinamento militar. 



Era isso que eu queria! Mais obrigação para minha vida além de lavar, passar, cozinha, trabalhar fora, ser mãe e esposa. Precisava de mais uma obrigação, MALHAR! Só que não. Acredito que muitas mulheres não gostam de academia justamente pela obrigatoriedade da magreza e beleza. Essa cobrança, faz com que ficar bonita se torne um fardo e quem não consegue carregá-lo será considerada para sempre como feia e gorda. 

Atividade física é muito mais que um bumbum durinho, dar tchau sem balançar a pelanquinha e postar foto de biquini no facebook. Malhar é prazer, sentir mais disposição, estar sempre de bom humor, ter mais elasticidade (entendem?) e ficar bonita sim, mas sem a obrigação. Todos os dias reduzo uns 10 kg de mau humor em 1 hora e meia de atividade.

Tenho um recado para os  pseudofisiculturista-bombado-lambão desesperados por medidas e resultados que dão dicas de dieta e ordenam as mulheres a fazerem exercícios que vão mudar a vida delas, porque ser feia e gorda não é vida e elas tem que superar essa fase terrível e começar a fazer parte do clube da vigorexia (exagerei). 
Nós como clientes pagamos para receber orientação técnica de como realizar exercícios de forma correta e alcançar nossos objetivos. Para tal, primeiro é necessário saber qual é o nosso objetivo e só depois iniciar o treinamento correto. O mundo não gira em torno de shakes e anabolizantes, nem todas as mulheres estão em busca do corpo padrão outdoor de academia, por favor respeite as necessidades de cada um.  E por falar em respeito, não é porque você usa aquela roupa de lycra que pode ficar encostando em toda mulher, o marido dela pode ser grande... muito grande... 


Saúde e sanidade mental para todas!

Só isso, mais nada.

 Até a próxima!

sábado, 27 de setembro de 2014

Que belezura!

Houve um tempo que eu era uma ogra: roupa preta, zero maquiagem, zero acessórios e zero salto. Convenhamos que tudo em excesso mata, até água mata (já dizia minha avó) e conforme a vida foi ensinando descobri que o extremismo das coisas não é legal e conheci o equilíbrio. Desde então descobri que ficar bonita não me tornava burra e que meu nível de inteligência não era proporcional ao fato de andar parecendo o cão chupando manga, com isso aos poucos descobri o prazer de me sentir bela.

E de amazona do apocalipse passei a revendedora de cosméticos (palmas, palmas) isso aconteceu logo após a maternidade, quando meu ciclo de amizades com mulheres aumentou consideravelmente. Nessa época descobri como é gostoso vender beleza. A cliente vira sua amiga, compra rindo e recebe o produto feliz da vida. Confesso que quando os produtos das meninas chegavam eu ficava namorando como se fossem meus, mas logo desapegava e entregava aquele tiquinho de alegria. Convenhamos que é muito gostoso comprar algo que vai te deixar mais gostosa. 

Como mudei de cidade e não conheço uma alma viva no meu novo lar, deixei de lado os produtos de beleza e mais um monte de coisas. Recentemente estava lembrando como aquilo me divertia, como era legal sair e conversar, mesmo que por pouco tempo, fazia diferença na minha vida e no meu humor. Coincidentemente me deparei com uma reportagem: “O mercado da beleza não conhece crise no Brasil e cresce a média de 2 dígitos por ano.” Óbvio, não precisa ser nenhum pós-doutorado em economia para perceber isso, mas tive um click! 

Sempre ouço que para ser bem sucedido (o que não quer dizer ficar rico) você precisa fazer primeiramente algo que goste e se aquilo que você gosta está em um momento favorável, com certeza o objetivo será alcançado.

Quem sabe um dia me aventuro em algum empreendimento do mundo da beleza? 

Beijos, até a próxima! 



sexta-feira, 26 de setembro de 2014

SONHOS E A INVEJA REVERSA





Nós seres humanos somos uns senhores filhos da puta! Não, a puta não tem nada a ver com isso... 

Nós seres humanos somos uns bostas! (Aeee! Ficou bom assim!)

Isso todo mundo já sabe, mas das merdas mais escrotas que melhor reflete a imbecilidade é a inveja reversa. 

Inveja... Que porra de defeito esquisito! Todo mundo tem, não me venham com essa de inveja branca, porque é igual "não tenho preconceito de homossexuais, desde que meu filho não seja um". 

Mas já que insistem em classificar os níveis de inveja, tem um em especial que mais me incomoda e me esforço para não projetar nas pessoas. 

Todos temos objetivos para a vida e traçamos ou não um plano perfeito para alcançá-los. E no meio do caminho sofremos e choramos, algumas pessoas alcançam todos ou parte deles, outras mudam o planejamento a medida que amadurecem, mas tem aquelas que não conseguem merda alguma porque são inflexíveis a mudanças e preferem saborear a frustração ao invés de pensarem em outras alternativas. 

A maioria dos 'frustrados' que conheço, normalmente idealiza seu sucesso baseado nas propagandas de TV. "Eu na minha Ferrari, com minha super esposa toda reformada, uma mansão, muitos investimentos, bebendo meu vinho importado, presenteando meus filhos com o que eles quiserem e principalmente expondo tudo isso para que todo mundo veja o quanto sou feliz."Até então tudo bem, cada um tem que ter seu sonho, mesmo que ele seja o mais exótico, pois os sonhos é que tornam a vida mais feliz. 

O problema aparece quando o frustrado se encontra em dificuldades e topa com aquele amigo que tem objetivos diferentes. Sabe aquele amigo que só quer curtir? Que prefere ir mais devagar ou que deu enfase em outras áreas como família, virar hippie, sei lá... Nesse momento o frustrado entra em colapso..."O cara não tem nenhum bem material de valor, não frequenta a high societyganha uma merreca por mês e é FELIZ?? Como assim???"  Além de gastar sua energia com tantos questionamentos, ele decide 'ajudar' a pessoa, dando conselhos para ele deixar de ser um merda e ser uma pessoa melhor. 

"Por que você não presta um concurso? Procura um emprego melhor? Faz um financiamento de uma casa ou de um carro? Presta vestibular para medicina, engenharia ou advocacia isso dá dinheiro!Casa com um cara rico?" 

Isso se chama inveja reversa. O frustrado não aceita que ele tenha que trabalhar tanto para ser 'feliz', enquanto seu próximo não trabalha tão intensamente  e leva uma vida tranquila com o pouco que tem. Em resumo é a inveja da felicidade proporcionada pelos falta de bens materiais.

Já fiz isso (confesso) e demorei muito tempo para entender que cada pessoa tem seus sonhos e ritmo para alcançá-los, existem muitas pessoas infelizes, tentando se encaixar em algum padrão de felicidade imposto pela família ou sociedade, enquanto o melhor seria simplesmente tocar o foda-se para os objetivos alheios e focar no que realmente as fazem felizes. 

As vezes tudo o que quero.... É comer...   Tranquilamente...  

 Meus sonhos!  *.*  

Beijos, até a próxima! 


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Interior x Interior do interior


Vamos ignorar que você more na grande São Paulo ou na Rússia Brasileira. Fora desse mundo da TV que gira em torno de Rio, São Paulo e similares, existem inúmeras cidades que não estão próximas dos grandes centros. São civilizações que vivem uma realidade paralela chamada interior x interior do interior. 

Devido a grande visibilidade dos grandes centros nos meios de comunicação e ao legado deixado pelo êxodo rural, criou-se a cultura de que quem não mora em cidade grande é caipira - como se isso fosse um xingamento, aculturado e desprovido de conhecimento tecnológico. 

Com o tempo essa forma de pensar se tornou uma grande disputa entre as cidades do interior ao ponto de: “MINHA cidade é MAIOR que a sua! A sua cidade não tem ISSO, a minha tem HAHA! Quem mora em tal cidade, anda com um rolo de fumo no bolso e canivete na cintura. Vou para cidade, você quer que eu traga cachaça?” Todo mundo já fez esse tipo de piada ou comentário, inclusive eu. 

Entendo que houve um tempo que a distância física era um bicho de sete cabeças e deixava tudo mais lento. O homem, por exemplo, para conseguir comer uma mulher, tinha que andar horrores para chegar até ela depois andar mais um tanto para tomar o sorvete, andar mais um pouquinho até casa dela e depois de repetir esse processo por diversas vezes até que um dia isso dava certo, se não, voltava estaca zero.

Hoje existe um negócio chamado internet! Um contato no Facebook, dois ou três no Whatsapp, marca local do encontro e é GOOOOLLL! Comeu! 

Viu o problema?
‘Cantar mulher on line?’
Não, cabeção! Parece que a evolução tecnológica serviu apenas para conseguirmos nos acasalar com menos esforço físico possível e as selfies são nossas ações de marketing no processo. Mas graças ao bom Deus isso não é verdade. 

As informações estão em todo lugar onde a internet possa chegar, tudo depende de como ela será usada. O fato de morar pequenópolis menor ou pequenópolis maior não determina se a pessoa é caipira, aculturada ou desprovida de conhecimento tecnológico. Tudo está relacionado com o que você quer ser ou fazer e o resto FODA-SE. 

Para quem mora na capital parece crime usar chapéu e andar a cavalo, esse pensamento é ridículo e mais ainda quando quem mora uma cidade com 10 habitantes a mais que a outra ficar fazendo comparações que nem garoto que fica medindo o tamanho do pinto entre os colegas.

Respeito muito quem tem orgulho de sua regionalidade, cada lugar tem sua cultura, pontos positivos e negativos relacionados a estrutura física ou logística. Porém as vezes para alcançar um objetivo pessoal ou profissional a cidade X tem mais oportunidades, que a cidade Y, mas isso não quer dizer que uma é inferior a outra. 

Pensem nisso! 

Beijos, até a próxima!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Desafio sem make e a filosofia da libertação


Não é pregação evangélica. 


Surgiu um tal de #stopthebeautymadness, que significa pare com busca insana pela beleza ou algo assim, por aqui o movimento se tornou conhecido como "desafio sem make". Quando li sobre o assunto meu lado feminista saiu em forma de um espectro rabugento gritando palavras de ordem: "ABAIXO A DITADURA DA BELEZA! EU NÃO SOU OBRIGADA A FICAR BONITA!" Em seguida meu lado 'mi mi mi' veio com aquela voz mansa e calma  dizendo: "Mas Tate, sem depilar é feio,  batom dá um UP! Lembra quando você perdeu aqueles quilinhos? Você ficou tão gostosa que até você se comeria." 

Li alguns posts de feministas dizendo que o desafio no final das contas só serviu para reforçar o quanto a beleza é importante, como as pessoas são fúteis e que as mulheres deveriam se orgulhar de serem do jeito que são, gordas, magras, peludas ou não. O mercado deveria parar de  influenciar as mulheres para que elas parem de se submeter a busca insana pela beleza. E que a grande maioria das mulheres encaram como o desafio de suas vidas e que tirar foto sem realizar os procedimentos de beleza diários, se igualava a dor de perder um dedo, por isso a campanha teve efeito reverso.

Sabe o que eu acho sobre tudo isso?

Absolutamente nada! Quer ser feminista e ficar com xereca peluda? Fica! Quer se matar fazendo progressiva, plástica, dieta da folha milagrosa, gastar horrores com Natura, Boticário, Mary Kay, M.A.C e caralhos de asas anti-ruga? Faça!

Sou a favor do desafio do FODA-SE, consiste em foder o resto de sua vida (ê trem bom!) para situações parecidas com as descritas abaixo. 

Fode-se para:

Sua vizinha que colocou silicone na bunda;
Sua sombracelha que parece uma taturana;
Se vai de tênis ou salto;
Sua cunhada que é gorda ou magra demais.

Em resumo, foda-se para vida dos outros e o que eles pensam sobre a sua.Viu como é libertador?

Parar de se preocupar com o outro e principalmente não preocupar com o feedback do monitoramento alheio, reduz uns 300% o nível de enfeiuramento, porque a vida é sua e você faz dela o que você quiser, com ou sem make.

Particularmente não vejo como desafio postar fotos sem make, tenho várias imagens assim,  não acho que uma foto ao natural altere minha feminilidade. Em contrapartida, adoro tudo que envolve cosméticos, maquiagem e moda. Leio e assisto tutoriais sobre o assunto, mas infelizmente não tenho tantas habilidades, se tivesse tempo e alguns trocados com certeza teria mais fotos com make. 

Foda-se. No melhor sentido, é claro.   

Beijos, até a próxima.




Dica para acordar bonita: Uma noite bem dormida ou não dormida hehehe ... 




Crise de Identidade

Dessa vez caros leitores (imaginários) prometo que escreverei sobre todas as obscenidades que vierem a minha mente, permitindo-lhes o prazer da desgraça alheia.

Encontrei uma vaga na linda agenda da Mãe do Pedro e ao invés de desperdiçar com TOC de limpeza e pensamentos do demônio, como "nossa não tenho tempo para viver", decidi compartilhar com vocês minha rotina, opiniões e experiências (nada interessante). 

Desde que finalizei a fase de solteira e iniciei na fase de mãe casada, tive muita dificuldade em escrever, compartilhar certas coisas parecia ridículo. Os assuntos que abordava antes (uns 2 ou 3) já não faziam mais parte da minha realidade, estava no limbo social, nova demais ser aquela mãe de 
propaganda Seara e velha demais para falar sobre algumas futilidades. 

Depois de fazer uma longa terapia com meu subconsciente, percebi que não preciso ser uma coisa ou outra, na verdade sou uma mutação genética (exagero) chamada mulher flex. Passeio por diversos nichos da sociedade, me relaciono bem com pessoas de qualquer idade, sou casada e tenho filho, mas preservo opiniões, gostos e algumas atitudes de solteira. 

Devido toda essa flexibilidade minhas ideias ficavam embaraçadas, foi então que decidi dividi-las em tópicos: 

Documento sem título – aleatoriedades e diário pessoal 
Código de barra – rótulos, comportamento e sociedade 
Mãe do Pedro – maternidade e rotinas domésticas 

Estou defecando e locomovendo para opiniões alheias e para o “Será?” do inferno.

"Aiinnn será que alguém vai ler? Será que alguém vai gostar?"

E mais um monte de “será?” que são verdadeiras merdas. 

O importante é que sinto prazer em escrever, isso me deixa muito feliz. Quando escrevo sinto que um alien saiu da minha garganta e está estirado na sala todo babado e verde. 


Até a próxima, beijos!